
Galpão destruído era usado por costureiras. Foto- Joka Madruga/Vigília Comunica
A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) acionou o Ministério Público do Paraná para acompanhar e fiscalizar as ações do Governo do Estado na reconstrução de moradias e na concessão de benefícios às famílias atingidas pelo tornado que devastou Rio Bonito do Iguaçu, em novembro de 2025. No pedido, encaminhado ao promotor Igor Rabel Corso, da 1ª Promotoria de Justiça de Laranjeiras do Sul, a parlamentar solicita a apuração de possíveis irregularidades na execução da política habitacional emergencial, na aplicação de recursos públicos e no pagamento dos auxílios.
“As famílias estão esperando a ajuda prometida pelo governo do Estado. Estamos falando de pessoas que perderam tudo, de estudantes que precisam de escolas para estudar e de trabalhadores que dependem de estrutura para retomar suas vidas”, afirma.
O tornado destruiu cerca de 90% da área urbana do município, deixou milhares de pessoas desabrigadas e causou a morte de sete pessoas. Quatro meses depois, o Governo do Estado ainda não entregou as 320 casas prometidas, que tinham prazo estimado de 90 dias, nem garantiu integralmente os auxílios anunciados para a reconstrução.
Reportagem do jornalista Luís Lomba, com imagens do fotógrafo Joka Madruga, do portal Vigília Comunica, mostra que a única casa entregue até agora se assemelha a um alojamento provisório. O morador relata insegurança quanto à estrutura, apontando fragilidade na base e risco diante de novas intempéries.
Também há denúncias de falhas no pagamento dos benefícios. Famílias afirmam não ter recebido integralmente os valores prometidos pelo programa estadual. Em um dos casos, uma moradora relata que deveria receber R$ 20 mil, sendo R$ 16 mil para materiais e R$ 4 mil para mão de obra , mas parte do valor ainda não foi paga.
A parlamentar também chama atenção para a falta de transparência na execução do contrato da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), que prevê a construção de 320 unidades habitacionais por meio de módulos pré-fabricados. Apesar de o contrato estar vigente, não há informações claras sobre o cronograma de entrega.
Dados divulgados pela Cohapar indicam que 654 famílias optaram por reformar suas casas com auxílio financeiro. O órgão também informou a liberação de 50 unidades habitacionais, além de outras que deverão ser construídas com recursos repassados ao município.
“As famílias estão esperando a ajuda prometida pelo governo do Estado. Estamos falando de pessoas que perderam tudo, de estudantes que precisam de escolas para estudar e de trabalhadores que dependem de estrutura para retomar suas vidas”, afirma.
O tornado destruiu cerca de 90% da área urbana do município, deixou milhares de pessoas desabrigadas e causou a morte de sete pessoas. Quatro meses depois, o Governo do Estado ainda não entregou as 320 casas prometidas, que tinham prazo estimado de 90 dias, nem garantiu integralmente os auxílios anunciados para a reconstrução.
Reportagem do jornalista Luís Lomba, com imagens do fotógrafo Joka Madruga, do portal Vigília Comunica, mostra que a única casa entregue até agora se assemelha a um alojamento provisório. O morador relata insegurança quanto à estrutura, apontando fragilidade na base e risco diante de novas intempéries.
Também há denúncias de falhas no pagamento dos benefícios. Famílias afirmam não ter recebido integralmente os valores prometidos pelo programa estadual. Em um dos casos, uma moradora relata que deveria receber R$ 20 mil, sendo R$ 16 mil para materiais e R$ 4 mil para mão de obra , mas parte do valor ainda não foi paga.
Luciana também chama atenção para a falta de transparência na execução do contrato da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), que prevê a construção de 320 unidades habitacionais por meio de módulos pré-fabricados. Apesar de o contrato estar vigente, não há informações claras sobre o cronograma de entrega.
Dados divulgados pela Cohapar indicam que 654 famílias optaram por reformar suas casas com auxílio financeiro. O órgão também informou a liberação de 50 unidades habitacionais, além de outras que deverão ser construídas com recursos repassados ao município.