A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) destacou o anúncio do novo edital do programa Mais Médicos, lançado pelo Governo Federal, que prevê a ampliação do acesso à Atenção Primária à Saúde (APS) por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). No Paraná, serão ofertadas 88 novas vagas distribuídas em 67 municípios, com destaque para a região do Sudoeste, que terá 13 cidades contempladas.

Os municípios da região Sudoeste que receberão as novas vagas são: Ampére, Barracão, Bom Sucesso do Sul, Clevelândia, Coronel Domingos Soares, Mariópolis, Nova Prata do Iguaçu, Palmas, Pinhal de São Bento, Planalto, Pranchita, Santo Antônio do Sudoeste e Vitorino.

Para a deputada Luciana, as novas vagas são essenciais para garantir atendimento humanizado e de qualidade em regiões que historicamente enfrentam escassez de médicos. “Precisamos de mais médicos nas unidades básicas de saúde, especialmente no interior. Cada nova vaga é uma esperança de cuidado mais próximo e eficaz para as famílias paranaenses”, afirma.

A iniciativa integra uma estratégia nacional de fortalecimento da Atenção Primária, voltada para comunidades com maior vulnerabilidade social e áreas remotas, onde o acesso a profissionais de saúde ainda é um desafio. O programa Mais Médicos busca reduzir desigualdades regionais e ampliar a cobertura médica em unidades básicas de saúde.

Em todo o país, o novo edital prevê a abertura de 1.446 vagas para equipes de Saúde da Família em 986 municípios, além de 52 vagas destinadas a distritos indígenas. As oportunidades são destinadas a médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado no país.

Atualmente, o Paraná conta com 360 municípios aderidos ao programa, somando 1.822 vagas ativas financiadas pelo Ministério da Saúde, das quais 1.664 já foram preenchidas. A ampliação anunciada reforça a importância do Mais Médicos no combate à falta de médicos no interior e na consolidação de uma rede de atenção primária mais forte e equitativa.

Luciana Rafagnin reafirmou seu compromisso com a defesa de políticas públicas que ampliem o acesso à saúde. “Investir na Atenção Primária é prevenir doenças, reduzir internações e salvar vidas. Seguiremos atentos para garantir que essas vagas sejam ocupadas com celeridade e que o programa continue sendo fortalecido no Paraná”, conclui.