De acordo com a deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) a notícia é um alívio para quem trabalha no campo e depende da venda do que planta.

Coopafi e deputada Luciana Rafagnin interviram e sensibilizaram a Companhia Nacional de Abastecimento para a demanda. Seis municípios do sudoeste que aguardavam saída da produção que estava armazenada.
A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) anunciou na manhã desta sexta-feira a liberação de recursos para aquisição de 2 mil toneladas de feijão no Paraná. A compra é por meio da AGF (Aquisição do Governo Federal), que é um dispositivo para reduzir o prejuízo dos produtores quando o valor fica abaixo do preço mínimo. O assunto foi tema de uma reunião entre representantes da Coopafi (Cooperativa de produção da Agricultura Familiar) e a deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) no dia 23 de maio em Capanema.
Durante o encontro o diretor do sistema Coopafi Central, Carlos Farias repassou a demanda de Capanema, Santo Antônio do Sudoeste, Marmeleiro, Realeza, Nova Prata do Iguaçu e Itapejara D’Oeste. A produção destes municípios já havia sido entregue e estava parada por conta da quebra no mercado deste produto. Desta forma a deputada Luciana foi interlocutora da reivindicação, conforme ressalta Farias. “Em casos como estes precisamos de representantes que levem de forma ágil nossas necessidades para órgãos com poder de decisão, como foi o caso da intervenção da deputada Luciana junto a Conab Paraná”, explica. Uma audiência com a superintendência da Conab foi realizada em Curitiba ainda no final de maio.
Carlos relata que além da Coopafi, outras cooperativas também comemoram a conquista e diz que agora será feito o encaminhamento documental e de organização da produção que está no armazém em Santa Izabel do Oeste, que será vendida em sacas de 60 quilos por R$ 95 (tip, 1) e R$ 88 (tipo 2). “Nossos produtores agora ficam animado e tranquilos pois até o mês que vem deverão receber o valor da produção”, afirma.
De acordo com a deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) a notícia é um alívio para quem trabalha no campo e depende da venda do que planta. “É nosso papel enquanto representante política dar andamento a este tipo de demanda. Precisamos sensibilizar os responsáveis pela solução de casos como este da AGF do feijão”, finaliza.