O deputado federal André Vargas participou nesta quarta-feira, 25/03, do ato de implantação da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, em Laranjeiras do Sul. Além de Laranjeiras, a UFFS terá campus em Realeza, Chapecó (SC) e Erechim e Serro Largo (RS). A previsão de início das atividades dos campi do Paraná é março de 2010 e a publicação do edital para o concurso para contratação de professores e servidores será julho deste ano.

Esta é a quarta universidade federal que nesta sendo instalada no Paraná desde o início do Governo do Presidente Lula. O deputado André Vargas não foi a Brasília esta semana e está acompanhando as atividades de implantação da UFFS por ser o relator na Câmara do projeto que cria a nova universidade.

Também estavam presentes no ato em Laranjeiras, além das lideranças políticas e comunitárias da região, o presidente da comissão do Ministério da Educação responsável pela implantação da UFFS, Dilvo Ristoff e o líder do Movimento Sem Terra – MST, João Pedro Stédile, uma vez que a vinda da universidade partiu de uma articulação do movimento social e poder público da região.

Para o líder do MST, as injustiças sociais se dão pela concentração de terras e do conhecimento. “A concentração de terra se combate com a reforma agrária e a de conhecimento, com a política que vem sendo implementada pelo Governo Lula com criação de universidades públicas, especialmente essa que está sendo construída com os movimentos sociais”, ressaltou.

Na oportunidade, o deputado André Vargas também criticou a postura do governo anterior. “No outro governo era proibido criar universidades federais, dando espaço para o crescimento das faculdades particulares. O Governo Lula não só está milhares de novas vagas com o ProUni – Universidade para Todos e com o ReUni – Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – como está implantando novas universidade em locais nunca antes imaginados”, alfinetou.

Ele lembrou que a universidade iniciará suas atividades com três cursos e que obedecerá a lei de cotas para estudantes de escolas públicas.

O diretor do MEC ressaltou que é preciso cumprir todos os prazos para que a universidade já esteja em funcionamento em março do ano que vem. Ele lembrou que os cursos serão definidos até abril e até maio, o projeto tramitará e deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional. “Serão 500 novas vagas para professores, outras 400 para técnicos administrativos e 10 mil acadêmicos num prazo de cinco anos nos cinco campi. Esta nova universidade atenderá às demandas sociais e econômicas da região e mais, respeita as vocações regionais de desenvolvimento”, disse.

Mais informações com Assessoria de Imprensa Meire Bicudo (43) 3321-8920 ou 9983-8530.

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