Curitiba, PR (20/05/2009) – Na votação, ontem à noite, das emendas ao projeto 186/09 que reajusta o salário dos servidores públicos estaduais em 6%, a deputada Luciana Rafagnin (PT) se absteve de votar, após ter sido aprovado um requerimento que colocava todas as emendas apresentadas ao projeto em um único bloco: as da bancada do PT e as da oposição. O PT discordou da estratégia de votar em bloco as emendas, por entender que isso prejudicaria qualquer discussão de aumento além dos 6% propostos pelo governo. E foi o que aconteceu. As emendas foram rejeitadas por 33 votos, contra 15 favoráveis ao bloco de emendas e 3 abstenções dos petistas Luciana RafagninPéricles de Mello e Elton Welter. As cinco emendas apresentadas pela bancada do PT e acordadas com o Fórum dos Servidores condicionavam o aumento maior que 6% ao crescimento da arrecadação do estado, podendo ser concedido gradativamente no período de um ano, na mesma proporção do crescimento econômico e até o limite dos 15% reivindicados pelos servidores. “Defendo o aumento maior que 6%, condicionado ao crescimento da economia do Estado, como foi acordado com o Fórum dos Servidores, mas não serei pautada pelo PSDB nesta Casa e nem por deputados que nunca valorizaram os trabalhadores nos oito anos do governo Lerner”, disse Luciana. A deputada não se sentiu à vontade para votar nas emendas em bloco. “Queria ter o direito de votar nas emendas discutidas com o Fórum. Não me sinto à vontade para votar emendas que vão modificar totalmente o projeto do governo”, afirmou. Até o final, Luciana defendeu as propostas do PT: “As nossas emendas são viáveis. Votar no pacote significa impedir qualquer avanço ao projeto. Se queremos votar com seriedade este assunto, temos de analisar emenda por emenda”, completou. Outras medidas propostas pela bancada do PT tratavam da progressão e promoção dos servidores do Quadro Próprio do Poder Executivo (QPPE), integrantes das carreiras de agentes de apoio e agentes de execução, que foram compromissos assumidos pelo governo junto ao Fórum no ano passado, quando esses benefícios foram concedidos aos agentes profissionais do quadro; da concessão de um auxílio-alimentação a todos os servidores que recebam até dois salários mínimos (índice regional), ampliando o número de beneficiários e o valor da cesta, congelado desde o ano 2000, que passa dos atuais R$ 50,00 para o valor fixado por índice oficial, e da validade dessas medidas a partir da data-base dos servidores (1º de maio). Jornalista: Thea Tavares (MTb 3207/PR) – (41) 9658-7588 Contato: – Deputada Luciana Rafagnin – (41) 3350-4087 / 3350-4249 – Em Francisco Beltrão: (46) 3524-0939.

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