Nova pesquisa Ibope, encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e divulgada nesta terça-feira (13), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou sua vantagem sobre todos os possíveis adversários em relação

Do site do PT Nacional (www.pt.org.br), com informações das agências de notícias.

Nova pesquisa Ibope, encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e divulgada nesta terça-feira (13), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou sua vantagem sobre todos os possíveis adversários em relação à posição de março de 2006 – data do último levantamento.

Se as eleições fossem hoje, Lula teria 48% dos votos, cinco pontos acima da sondagem anterior. Esse total seria suficiente para o petista ser eleito no primeiro turno, segundo o site da CNI.

Já o candidato tucano Geraldo Alckmin emperrou nos mesmos 19% que tinha em março. O índice do ex-governador cai para 18% quando a lista de candidatos apresenta o peemedebista Pedro Simon, que tem apenas 2%.

Nos dois cenários, Heloisa Helena (Psol) teria entre 5% e 6%; seguida por Enéas Carneiro, com 2%; Cristóvam Buarque (PDT), com 1%; e José Maria Eymael, que teria entre 0 e 1%. Brancos e nulos somaram 12%, mesmo percentual dos que não souberam opinar.

Um dos dados mais significativos da pesquisa diz respeito à taxa de rejeição, onde os entrevistados foram chamados a dizer em quem não votariam “de jeito nenhum”. Entre os candidatos apresentados, Lula tem a menor rejeição, 28%, enquanto 34% jamais escolheriam Alckmin para presidente da República.

Na pesquisa espontânea, na qual os nomes dos concorrentes não são apresentados ao eleitor, as menções de voto em Lula subiram de 27% para 32%. Já as indicações ao nome de nome Alckmin – que está em campanha por todo o Brasil e aparece diariamente na mídia como candidato – não passam de 8%.

O percentual dos que preferem Lula também cresceu na disputa de um eventual segundo turno. Agora ele teria 53% (eram 49% em março), enquanto o tucano caiu de 31% para 29%.

A pesquisa foi realizada entre 5 e 7 de junho com 2.002 entrevistas em 143 municípios de todos os Estados. Tem margem de erro de 2 pontos percentuais.

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APROVAÇÃO DO PRESIDENTE CHEGA A 60%, AVALIAÇÃO POSITIVA RECUPERA NÍVEL DE 2003

(Com informações CNI)

A quatro meses das eleições, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva recupera a confiança da população. O número de pessoas que considera o governo ótimo ou bom aumentou de 38% em março para 44% em junho e voltou ao patamar de junho de 2003, o primeiro semestre depois da posse do presidente.

Já o percentual de eleitores que aprova a maneira como Lula governa subiu de 55% em março para 60% em junho, maior patamar desde setembro de 2004. Além disso, a confiança no presidente aumentou de 53% para 56%.

Os números são da pesquisa Ibope-CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgada nesta terça-feira (13).

Conforme a pesquisa, a avaliação positiva do governo cresceu em todos os segmentos sociais e em todas as regiões do país. O único segmento em que a aprovação caiu foi entre os eleitores que recebem mais de dez salários mínimos.

A maior aprovação, de 49%, vem da população com renda familiar de até um salário mínimo. A aprovação ao governo também é mais alta entre as pessoas com grau de instrução até a quarta série do ensino fundamental. De acordo com a pesquisa, 50% desses eleitores consideraram o governo ótimo ou bom em junho.

No segmento com ensino superior completo a avaliação do governo melhorou. Em junho, 33% das pessoas com curso superior completo ou mais consideravam o governo como ótimo ou bom, ante os 29% registrados em março.

A região Nordeste ainda se destaca como a que apresenta maior número de eleitores (50%) que acham o governo bom ou ótimo. Entretanto, a pesquisa CNI-Ibope mostra que maior avanço na avaliação positiva ocorreu na região Sudeste. Hoje, 43% da população consideram o governo ótimo ou bom, ante os 35% de março.

A nota média para o governo Lula subiu para 6,4 em uma escala de zero a dez. Essa avaliação é similar aos 6,3 conferido pelos eleitores em março de 2005, antes da crise política. A pesquisa CNI-Ibope foi feita com 2.002 eleitores em 143 municípios brasileiros entre os dias 5 a 7 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.

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COMPARAÇÃO: PARA 55%, OS OS TRÊS ANOS DE LULA FORAM MELHORES QUE OS OITO DE FHC

A pesquisa CNI-Ibope divulgada nesta terça-feira (13) revela que 55% dos brasileiros consideram os três anos e meio de governo Lula melhores do que os oito anos de FHC. Para 23% está igual e apenas 18% acham que piorou.

A avaliação pró-Lula é a melhor desde setembro de 2003, quando o presidente tinha os mesmos 55%, e 16 pontos acima do índice apurado em dezembro do ano passado – quando o massacre da mídia contra o petista atingiu seu auge.

Mesmo entre os eleitores do tucano Geraldo Alckmin, segundo a nova pesquisa, a taxa dos que consideram Lula melhor ou igual a FHC é de 57%.

Melhora generalizada

O levantamento também apontou que houve melhora na avaliação da atuação do governo em quase todos os itens investigados.

Em relação ao combate à fome e à pobreza, aumentou o percentual dos que aprovam a política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: de 51%, na rodada de março, para 56% neste mês.

Na área de economia, o destaque é para o combate à inflação, cuja a aprovação cresceu de 41% para 48%. Mesmo com uma ligeira melhora, impostos, juros, segurança pública e combate ao desemprego permanecem como as áreas de maior desaprovação do governo.

Segundo o levantamento, cresceu a aprovação à política do governo Lula na área de impostos: de 23%, em março, para 26%, mas a desaprovação permanece alta, 65%. Em relação à taxa de juros, subiu de 26% para 32% o percentual dos que aprovam a política de juros do governo, mas 57% dos entrevistados desaprovam.

No combate ao desemprego, o governo Lula recebeu a aprovação de 42% dos entrevistados, contra 38% da pesquisa anterior.

Em relação às ações do governo em segurança pública, caiu a desaprovação dos brasileiros de 63%, no levantamento de março, para 61%. Por conta dos episódios recentes de violência em São Paulo, a pesquisa CNI-Ibope incluiu mais duas perguntas sobre os problemas de segurança pública. Uma delas foi sobre a avaliação da situação atual do setor. O resultado: 50% dos entrevistados disseram que piorou o quadro de segurança pública no país nos últimos anos. Para 34%, o cenário é o mesmo.

Questionados sobre quem é o responsável pela segurança pública no país, 36% dos entrevistados apontam em primeiro lugar o governo federal, 20% indicam os governos estaduais e 14%, as prefeituras.

A repercussão dos ataques do PCC em São Paulo também alterou a agenda de prioridades da população para o próximo presidente. As menções sobre o combate ao crime organizado e à violência cresceram de 24%, na pesquisa anterior, para 32%.

Apesar de ter caído cinco pontos, o tema principal da agenda continua a ser a geração de empregos, apontada por 53% dos entrevistados, seguido por investimento em saúde e educação

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