AGRICULTURA

As propostas foram encaminhadas para análise na Emater de Pato Branco e Francisco Beltrão. Com essa adesão maciça por parte dos agricultores, esse programa será histórico para a mecanização da Agricultura Familiar, disse o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini. Região típica da Agricultura Familiar, os agricultores do Sudoeste estão aderindo maciçamente ao programa Trator Solidário, lançado oficialmente na quinta-feira (4) em Londrina pelo governador Roberto Requião.

A demanda para aquisição dos tratores e implementos do programa Trator Solidário está surpreendendo. Só a região Sudoeste do Paraná apresentou mais de 900 propostas para compra do equipamento. As propostas foram encaminhadas para análise na Emater de Pato Branco e Francisco Beltrão. Com essa adesão maciça por parte dos agricultores, esse programa será histórico para a mecanização da Agricultura Familiar, disse o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini.

Região típica da Agricultura Familiar, os agricultores do Sudoeste estão aderindo maciçamente ao programa Trator Solidário lançado oficialmente na última quinta-feira (4) em Londrina, pelo governador Roberto Requião, quando ele assinou os primeiros 123 contratos com os agricultores. Em menos de quatro dias úteis, o núcleo regional da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento de Pato Branco, que envolve 15 municípios, recebeu 414 propostas. E o núcleo da Secretaria em Francisco Beltrão, que envolve 27 municípios, recebeu mais de 500 propostas.

Para o diretor do Departamento de Desenvolvimento Agropecuário da Secretaria, Almir Gnoatto, a mecanização da pequena propriedade vai aliviar e facilitar o trabalho do agricultor nas atividades de diversificação da propriedade, além de aumentar a produtividade.

“Com o trator, será menos penoso para o agricultor trabalhar com várias culturas ao mesmo tempo”, lembrou Gnoatto. Segundo ele, os tratores de potência menor como os de 55 CV de potência e 75 CV de potência são os mais adequados para o trabalho na pequena propriedade.

Segundo Gnoatto, o agricultor familiar se interessou pelas condições de preço dos tratores, em média 30% inferiores aos preços de mercado. E também pelo financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar com a garantia da equivalência-produto e o prazo de pagamento de 10 anos, com dois anos de carência. “Para o agricultor familiar, essas condições são ideais para firmar um compromisso de longo prazo”, afirmou.

No momento da compra, o valor do trator é transformado em sacas de milho e o produtor saberá exatamente o tamanho da sua dívida, desde o início até o final do contrato, acrescentou Gnoatto. Se o preço do milho cair muito no mercado, o produtor não será onerado com o aumento da dívida, porque a Agência de Fomento irá garantir essa diferença.

(*) Fontes: AEN – http://www.agenciadenoticias.pr.gov.br/ http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/manchetes/article.php?storyid=7245

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